segunda-feira, 11 de maio de 2009

Um poema de classe

O mundo nos programa hoje, a sociedade nos controla.
Nas ruas, nos bares, na tv na escola.
Tanto força a engrnagem, que pesa ser contra-mola.

É dificil crer que há saida.
Enxergar a porta do lado, materialmente descrita
Aquela que só vê mesmo quem com martelo lapida
a vida.

Apesar das instituições ideologicas do regime
há no horizonte possibilidades,
imagine
Juntos somos maiores do que aquilo que oprime.

como a maçã é fruto da terra em que o homem a planta.
e o que compos o seu pai é o que o operario canta.
É certo que um dia o derrubado levanta.

Pensamos e somos pensados pelos que em cima estão.
Pensam que somos tão fracos mas não pensam que eles o são
Mas quando a historia opera nunca ficam como estão.

Eu penso que historia são fatos
Pelos de cima eu não me pauto
As vezes, a classe fala mais alto!

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Novo Mundo




Novo Mundo

Me estraga a dor que sinto pelo que não viví.
doi na na alma, se a tenho, o fluxo da historia
os processos dos povos, e como fica a memoria.
dos que lutaram, até o dia que de casa eu saí.

nesse mundo é meu odio que empurra a esperança
de que um dia havera forma para os sonhos
e construiremos outro mundo sobre estes restos enfadonhos
pois por mais barbarizados que estejamos, amanhã isso será mera lembrança

Talvez tenha tardado a sair
mas agora eu só paro quando vir
um momento mais humano e mais profundo.

Eu desprezo este sistema, nada belo
Para destroça-lo que eu luto e me rebelo
E sobre seus destroços criaremos um novo mundo.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Vôo

Sabe, por mais tragico que seja um problema pessoal ele é só seu.
E no final, todas as suas inquietações estão dentro de você.
Pena que não voamos...

Vôo

Não sei como dizer, mas vou voando.
Sem saber se vou mais para perto
daquilo tudo que eu penso ser correto.
na duvida deixo para tras o pranto.

Bate em minha fronte forte vento
Secando meus olhares de tristeza
Enquanto venta contra, testando minha fraquesa
Eu vou voando para ver até onde aguento.

Passam assim voando as horas.
tão rapido como o empurrar da contra-mola.
que combate em sí o proprio centro.

Voam então meus sonhos, e acontece
Que o lugar aonde voam me entristece
porque eles voam longe, mas só dentro.

Corrói

Doi. mas será porque que tanto dói?
penso. não sei quanto vale o que tenho
é a dor, o pensar, franzo o cenho
e no fundo há algo que corroi.

são talvez os amores que não encontrei
As vezes todas que estive desperto até a aurora
talvez as vezes em que não fui embora
Ou os momentos em que não fiquei

talvez tenha ido
talvez eu até já tenha partido
só que eu ainda não sei agora.

sinto um vazio, um buraco no peito
sinto um erro, um raro defeito
creio que eu já tenha ido embora.

Isso é prosa




Tenho estado menos ultimamente..
Menos que o normal...
Isso não é um desabafo, não vejam assim. 
Até porque eu não iria desabafar com qualquer anonimo ou alma penada que vagueie por aqui... 
É só um motivo mesmo.
Motivo de não ter nada publicado.
Não tenho produzido nada.
Mas vou colocar dois do "acervo".

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Veso #334

Foram-se os tempos de ternura,
adiante agora, vamos partir.
o que fica são traços da morte.
cem migalhas de candura,
sem moradas para ir.
e o que vem a frente é sorte.
pois só ficam os que passaram.
e os que levam consigo o seu norte
estarão mais presentes para os incautos
até depois que os parvos morram
e que se saiba quando partir.

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Confusa

Confusa

Você complica, desnorteia, foge.
Finge tudo sempre, eu entendo...
seus pensamentos estão contendo
uma vontade de ficar, e pode.

Ah, vai embora logo então.
Assim é muito complicado
to mais pra ficar do teu lado
mas sem toda essa enrolação.

Vai agora, vai pra longe.
Eu sei que você parte hoje
Mas amanhã você vai vir.

Faça então, finge que não te importa
Mas á noite na cama quase morta.
Vai pensar em mim antes de dormir.